Mídia Social: febre passageira?
Guilherme Rios | 02/09/2009Modinha, né?
Modinha, né?
Aqui estou de novo no tema que me colocou na Internet, a ética. Há alguns anos, quando me graduei em administração de empresas, passei meses estudando e-mail marketing, boatos, malwares e afins para tentar definir os limites éticos do marketing na Internet.
Não sei se entendi bem a dinâmica dos abusos das pessoas e as empresas no ambiente 1.0, o que acontece é que a cada dia recebia mais e mais mensagens de “Enlarge Your Penis”, ou ofertas de sites pagos de emprego e promoções dos sites em que eu comprava, e nunca me lembro de ter feito algum opt-in.
No e-mail ainda é assim. Mas no Twitter não, nem no Orkut, Facebook. Apareceram sim algumas tentativas, mas elas foram banidas pela própria rede. Os limites do Marketing se tornaram mais inteligentes, assim como a regulação, que segue claramente o pardrão da “sabedoria das multidões”. O que é bom, criativo, presta algum serviço ou gera conteúdo fica. O resto cai fora.
Depois desses anos percebo que a ética não tem nenhuma relação com o meio, e sim com a natureza humana. Fato é que coletivamente, e colaborativamente somos mais inteligentes e até éticos.
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